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Breve História
 

No contexto do ano 2000, proclamado pela Organização das Nações Unidas como Ano Internacional por uma Cultura de Paz, um grupo de educadores de Porto Alegre (RS) e região metropolitana começou a se reunir mensalmente com a preocupação de refletir e aprofundar seu engajamento pela paz através da educação.

Foram, assim, pouco a pouco, entrando em contato com o vasto mundo da educação para a paz, e desenvolvendo projetos de ação nesta linha.

As ações desenvolvidas resultaram em solicitação por parte de diversas instâncias ligadas à educação, comunitárias e públicas, para contribuírem na reflexão sobre a temática. Sentindo a necessidade de consolidarem seu trabalho, organizaram-se, em 30 de janeiro de 2002, como organização não-governamental EDUCADORES PARA A PAZ.

A que nos propomos


A ONG Educadores para a Paz visa:

a) Contribuir para a prevenção e o combate à violência, através de programas e propostas metodológicas de educação para a paz e a não-violência;

b) Promover o desenvolvimento da educação para a paz através de programas de qualificação de educadores na área da educação para a paz e a não-violência;

c) Cooperar com as autoridades e entidades governamentais para a instituição de políticas educacionais voltadas para a construção de uma cultura de paz;

d) Desenvolver estudos e pesquisas, na perspectiva da construção de uma cultura de paz ativa, em intercâmbio com instituições acadêmicas e de desenvolvimento social;

a) Promover os valores da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos e de outros valores universais, através de programas de formação e integração comunitários, envolvendo crianças, jovens e adultos.

Nossas atividades


Nossos projetos atuais contemplam:

a) capacitação de educadores das instituições públicas e privadas, especialmente através do Curso de Educação para a Paz, com 40 horas de duração, com o objetivo de introduzir educadores nesta temática;

b) assessoria às escolas públicas e privadas para implementação de programas e ações em educação para a paz;

c) publicação de textos, artigos, documentos sobre educação para a paz, e outros subsídios;

d) promoção de espaços de discussão e debate das questões relacionadas à justiça social e às relações humanas, de modo a operar um consenso para a paz e ativar o poder de construir alternativas públicas para uma cultura de paz;

e) outras contribuições na construção de alternativas pedagógicas que facilitem o exercício da crítica e apontem mudanças referenciais para a resolução de conflitos e as relações de poder.

 

Nosso público

 

-          professores e diretores de escola;

-          lideranças juvenis;

-          pais, especialmente associações de pais e mestres;

-          lideranças comunitárias, sindicatos, associações de bairro;

-          outras ONGs;

-          autoridades executivas, legislativas e judiciárias.

 

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